domingo, 29 de agosto de 2010

Curso de noivos

Aconteceu neste domingo na paróquia São José Operário da Vila São João o curso de noivos. O encontro começou as 9h da manhã e se estendeu até a missa da comunidade às 19h. Participaram do encontro 24 casais de toda a região, coordenados pelo casal Lauro e Rose, com uma boa equipe de apoio, representantes do Movimento de Cursilhos. Na avaliação do participantes, podemos perceber que foi muito produtivo e ajudou aos jovens discernirem e prepararem melhor uma futura vida conjugal. A todos que de um modo ou outro ajudaram neste trabalho nosso agradecimento.

sábado, 28 de agosto de 2010

Receber de graça e dar de graça

O evangelho deste final de semana, (Lc 14,1.7-14) 22º domingo do tempo comum, nos ensina a modéstia e a gratuidade na perspectiva do reino de Deus. O evangelista São Lucas gosta de apresentar Jesus como viajante e hóspede: a comunhão de mesa é o lugar da amizade, e Jesus quer ser amigo. Mas amigo de verdade não esconde a verdade. Na casa de um fariseu, de modo surpreendente, Jesus ensina algumas regras. Aos convidados ensina a não procurar o primeiro lugar, para que o dono da casa possa apontar o lugar mais importante. Ao anfitrião ensina a não convidar as pessoas de bem, mas os que não podem retribuir, pois só assim demonstramos gratuidade. Dito de outro modo, Jesus ensina a saber receber de graça e a saber dar sem segundas intenções.
Jesus é um desses hóspedes que não ficam reféns de seus anfitriões. Se olharmos no contexto, percebemos que o anfitrião é um chefe dos fariseus. A casa está cheia de seus correligionários. Para começar, Jesus fala do assunto do repouso sabático, defendendo uma opinião bastante liberal. Depois critica, com uma parábola, a atitude dos fariseus, que prezam ser publicamente honrados por sua virtude, também nos banquetes, onde gostam de ocupar os primeiros lugares. Alguém que ocupa logo o primeiro lugar num banquete já não pode ser convidado pelo anfitrião para subir a um lugar melhor; só pode ser rebaixado, se aparecer alguma pessoa mais importante. É melhor ocupar o último lugar, para poder receber o convite de subir mais. Alguém pode achar que isso é esperteza. Mas o que Jesus quer dizer é que, no reino de Deus, a gente deve adotar uma posição de receptividade.
Portanto, a centralidade da mensagem está no saber receber de graça (humildade) e saber dar a graça (gratuidade). A propósito, somos humildes e agimos com gratuidade?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

A vocação de ensinar

Dentro do mês vocacional, neste último final de semana do mês dedicado as vocações, queremos lembrar e homenagear nossos catequistas. Estes têm a importante missão de orientar as crianças e jovens sobre a fé cristã e os valores fundamentais no seguimento a Jesus Cristo, na comunidade Igreja.
O catequista é aquele que se doa, ensinando e aprendendo na convivência com jovens e crianças. Na história que segue temos esse aprendizado, que só acontece com aqueles que se doam.


Certo dia, a catequista querendo saber se todos tinham estudado a lição dominical, perguntou as crianças quem saberia explicar quem é Deus?
Uma das crianças levantou o braço e disse:
- Deus é o nosso pai, Ele fez a terra, o mar e tudo que está nela; nos fez como filhos dele.
A professora, querendo buscar mais respostas, foi mais longe:
- Como vocês sabem que Deus existe, se nunca o viu?
Pedro, um menino muito tímido, levantou as mãozinhas e disse:
- A minha mãe me disse que Deus é como o açúcar no meu leite que ela faz todas as manhãs, eu não vejo o açúcar que está dentro da caneca no meio do leite, mas se ela tira, fica sem sabor. Deus existe, e está sempre no meio de nós, só que não o vemos, mas se ele sair de perto, nossa vida fica... sem sabor.
A professora sorriu e disse:
- Muito bem Pedro, eu ensinei muitas coisas a vocês, mas você me ensinou algo mais profundo que tudo o que eu já sabia. Eu agora sei que Deus é o nosso açúcar e que está todos os dias adoçando a nossa vida!
Deu-lhe um beijo e saiu surpresa com a resposta daquela criança.

A história nos mostra que muito mais que ensinar, estamos sempre aprendendo e essa é também a atitude do catequista. A sabedoria não está no conhecimento, mas na vivência de Deus em nossas vidas, pois teorias existem muitas, mas doçura como a de Deus não existe e nunca existirá, por isso deixe que Ele adoce sempre sua vida. Nossos cumprimentos e agradecimentos a todos os catequistas no seu dia.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Curso de noivos

Neste domingo nossa paróquia São José Operário da Vila São João, realiza o curso de noivos. Este tem por objetivo proporcionar aos jovens que estão namorando, uma reflexão sobre a vida a dois, a constituição de uma família e o valor do sacramento do matrimônio. O curso de noivos começa às 9h da manhã e vai até as 20hs e as inscrições ainda podem ser feitas na secretaria paroquial.

sábado, 21 de agosto de 2010

A salvação é para todos

O evangelho deste final de semana, (Lc 13,22-30) 21º domingo do tempo comum, traz a reflexão sobre a salvação universal. No texto temos algumas pessoas, preocupadas que perguntam a Jesus se são poucos os “eleitos” que vão participar do reino de Deus. Jesus não responde, mas fala em três imagens. 1) a porta é estreita, mas a vocação, universal; porém é preciso esforçar-se; 2) em determinado momento a porta será fechada, e então será tarde para chorar por entrar. Quanto a preocupação apocalíptica de saber o número dos eleitos e as chances de entrar, Jesus responde: o número dos eleitos não importa; importa a conversão. Pois vem o momento em que o dono da casa se levanta e fecha a porta; então, não reconhecerá os que estiveram com ele nas praças, porém só “de corpo presente”, sem dar audiência à sua palavra. E Jesus dirige uma crítica àqueles em cujas praças ele ensinou: deixaram-no falar, mas não obedeceram a seu apelo de conversão. Eles são os primeiros que se tornam últimos, enquanto os últimos, quando se convertem, se tornam os primeiros.
Por fim, a terceira imagem: o banquete dos povos. Apesar da exclusão dos “primeiros”, que recusaram o convite, Deus realizará o banquete final para todos os povos. Assim, percebemos que Deus não é mesquinho, não prepara a festa para um número restrito, mas para todos. Espera, porém, o empenho da fé, vivida na caridade, como resposta à palavra da pregação: qualquer um que responder a essa exigência poderá participar.
Essa mensagem não perdeu sua atualidade. O que Jesus recusa é o calculismo e a falsa segurança a respeito da eleição. Esta não responde a nenhum critério humano. É a graça de Deus que nos chama à sua presença. Não existe um número determinado de eleitos. O que existe é um chamado universal e permanente à conversão. Quem não retoma diariamente o trabalho de responder à Palavra com autêntica conversão gritará em vão: “Senhor, participei de retiros, palestras e cursos em teu nome, participei das missas e festas da paróquia”... E também hoje os últimos poderão ser os primeiros: os que não vão à igreja porque não têm roupa decente, porque devem trabalhar, porque têm filhos demais ou, simplesmente, porque se sentem estranhos entre tanta gente de bem... Para chamá-los é que Jesus não ficou nos grandes centros, mas entrou nos bairros e vilarejos. A propósito, estamos abertos ao chamado de Deus e a permanente conversão?

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A vocação de ser Igreja

Dentro do mês vocacional, queremos neste final semana, refletir sobre a vocação dos leigos. A igreja não é do papa, nem dos bispos, padres ou freis e irmãs, mas a igreja somos todos nós. E nela somos convidados a colocar nossos dons e talentos. Que tal essa historinha, para percebermos a importância e o valor de cada um na construção do todo.

Contam que na carpintaria houve uma vez uma estranha assembléia. Foi uma reunião de ferramentas para acertar suas diferenças.
O martelo exerceu a presidência, mas os participantes lhe notificaram que teria que renunciar. A causa? Fazia demasiado barulho; e além do mais, passava todo o tempo golpeando. Ele aceitou sua culpa, mas pediu que também fosse expulso o parafuso, dizendo que ele dava muitas voltas para conseguir algo. Diante do ataque, o parafuso concordou, mas por sua vez, pediu a expulsão da lixa. Dizia que ela era muito áspera no tratamento com os demais, entrando sempre em atritos. A lixa acatou, com a condição de que se expulsasse o metro que sempre media os outros segundo a sua medida, como se fora o único perfeito.
Nesse momento entrou o carpinteiro, juntou o material e iniciou o seu trabalho. Utilizou o martelo, a lixa, o metro e o parafuso. Finalmente, a rústica madeira se converteu num fino móvel. Quando a carpintaria ficou novamente só, a assembléia reativou a discussão.
Foi então que o serrote tomou a palavra e disse: "Senhores, ficou demonstrado que temos defeitos, mas o carpinteiro trabalha com nossas qualidades, com nossos pontos valiosos. Assim, não pensemos em nossos pontos fracos, e concentremo-nos em nossos pontos fortes."
A assembléia entendeu que o martelo era forte, o parafuso unia e dava força, a lixa era especial para limar e afinar asperezas, e o metro era preciso e exato. Sentiram-se então como uma equipe capaz de produzir móveis de qualidade. Sentiram alegria pela oportunidade de poder trabalhar juntos.

A história nos ajuda a entender a importância de cada um na construção do todo. Assim, é a vocação na igreja. Todos são convidados a colocar os seus dons a serviço do todo. Com todos os leigos que assim agem, nos alegramos e parabenizamos.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Celebração vocacional


Nossa paróquia realiza neste domingo, dia 22, o já costumeiro almoço vocacional. Este tem por objetivo reunir as lideranças das sete comunidades que fazem parte da paróquia São José Operário, numa celebração e confraternização, destinando o lucro do almoço para a formação dos seminaristas de nossa diocese. Na programação temos a missa às 10h30min e o almoço ao meio-dia. Esta celebração marca também a reinauguração de nossa igreja matriz, agora totalmente reformada.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Maria, serva do amor e da justiça

No evangelho deste final de semana, festa da Assunção de Nossa Senhora, (Lc 1,39-56), temos o conhecido relato do Magnificat. Maria vai ajudar sua parenta Isabel, grávida, no sexto mês. Ao dar as boas-vindas à prima, Isabel interpreta a admiração dos fiéis diante daquilo que Deus realizou em Maria. Esta responde, revelando sua compreensão do mistério do agir divino: um agir de pura graça, que não se baseia em poder humano; pelo contrário, envergonha esse poder, ao elevar e engrandecer o pequeno e humilhado, porém dedicado ao serviço de sua vontade amorosa. O amor de Deus se realiza na humilde dedicação e doação. E nisso manifesta sua grandeza e glória.
O Magnificat traduz a pedagogia divina: Deus recorre aos humildes para realizar suas grandes obras. Ele escolhe o lado de quem, aos olhos do mundo, é insignificante. Podemos perceber a expressão da consciência de pessoas humildes, rebaixadas, humilhadas, oprimidas. A “humildade” não é vista como virtude aplaudida, mas como baixo estado social mesmo, como a “humilhação” de Maria, que nem tinha o status de casada. Na maravilha acontecida a Maria, a comunidade dos humildes vê claramente que Deus não age por meio dos poderosos.
A glorificação de Maria no céu é a realização dessa perspectiva final e definitiva. Nela são coroadas a fé e a disponibilidade de quem se torna servo da justiça e da bondade de Deus. A celebração litúrgica deverá, portanto, despertar nos fiéis dois sentimentos dificilmente conjugáveis: a glória e a humildade. O único meio para unir esses dois momentos é pôr tudo nas mãos de Deus. Em Maria temos a combinação ideal da glória e da humildade: ela deixou Deus ser grande na sua vida. A propósito, deixamos Deus ser grande em nossa vida?

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Uma vida de amor e doação

O mês vocacional segue neste final de semana, com a reflexão sobre a vocação dos religiosos e religiosas. Os irmãos e irmãs, que através de uma vida de consagração, dedicam-se a um projeto maior que suas próprias vidas. Eles estão nas Pastorais da Igreja, hospitais, escolas, creches, asilos, etc. Tendo o ideal de vida, inspirados na vida de um fundador ou fundadora, dedicam sua vida a causa do evangelho.
Para muitas pessoas, difícil de entender como alguém pode renunciar a tantas coisas em favor de uma causa como esta. Deparei-me com uma pequena história verdadeira, acontecida na Argélia, norte da África, que talvez possa nos ajudar a entender.

Um turista americano foi visitar um famoso leprosário. Ficou muito impressionado tanto com os doentes, como com as irmãs que lá trabalhavam. E então se dirigindo a uma delas disse:
- Olha irmã, eu não queria ficar aqui nem que me dessem dois mil dólares por mês. É horrível!
- O senhor tem toda razão. Nem eu ficaria nesse trabalho, mesmo que me oferecessem 10 mil dólares por mês.
- Então, quanto ganha por este trabalho?
- Absolutamente nada, senhor!
O turista ficou encabulado. Entre surpreso e incrédulo, perguntou:
- Mas, por que, então, a senhora sacrifica aqui, precisamente aqui, toda a sua juventude?
A irmã, com toda a simplicidade, pegou o crucifixo que trazia no peito, beijou-o com respeito e respondeu:
- Por amor a ELE, que viveu, morreu e ressuscitou por amor deles e por mim.

O fato nos faz refletir sobre o trabalho de tantos irmãos e irmãs, nas mais diversas realidades. São verdadeiros testemunhas de Jesus Cristo. Nossa homenagem, carinho, respeito e orações à todos os religiosos e religiosas que doam sua vida em favor da vida de tantas pessoas. Que Jesus Cristo, nosso mestre e senhor, seja sempre força e amparo em todos os momentos.

domingo, 8 de agosto de 2010

Vigilância: atitude do discípulo missionário

No evangelho deste final de semana, 19º domingo do tempo comum, (Lc 12,32-48), temos o tema da vigilância, característica dos discípulos de Jesus. O evangelista Lucas nos faz ver nossa vida em sua dimensão verdadeira. Vivendo no ambiente mercantilista do império romano, ele vê constantemente o mal causado pelas falsas ilusões de riqueza e bem-estar, além do escândalo da fome. Ensina-nos a vigilância no meio das vãs ilusões. O texto segue com outras sentenças e parábolas referentes à parusia (linguagem do fim). Elas explicam, de maneira prática, o que a vigilância implica. Com a imagem do administrador sensato e fiel, o evangelista ensina a cuidar do bem de todos os que estão em casa. Pela pergunta introdutória de Simão Pedro, parece que isso se dirige sobretudo aos líderes da comunidade. A vigilância não significa ficar de braços cruzados, esperando o final acontecer, mas assumir o bem da comunidade. Isto é de responsabilidade de cada um. Quem conhecia a vontade do Senhor e, contudo, não se preparou será castigado severamente, e o que não conhecia essa vontade se salva pela ignorância; a quem muito se deu, muito lhe será pedido; a quem pouco se deu, pouco lhe será pedido.
O importante é que cada um, ao assumir no dia a dia as tarefas e, sobretudo, as pessoas que Deus lhe confiou, está preparando sua eterna e feliz presença junto a Cristo. Ele ama incondicionalmente a cada um de nós. Não podemos decepcionar a esperança em nós depositada. A visão da vigilância como responsabilidade mostra bem que a religião do evangelho não é ópio do povo, como Marx a chamou. A fé, vista na perspectiva do evangelho de hoje, implica até a conscientização política, quando, solícito pelo bem dos irmãos, se descobre que bem administrar a casa não é passar de vez em quando uma cera ou um verniz nos móveis, mas também, e sobretudo, mexer com as estruturas tomadas pelos cupins. Tal vigilância não é uma atitude fácil. Exige que a gente enxergue mais longe que o nariz. Exige visão e comprometimento com a transformação. A propósito, estamos vigilantes?

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Neste domingo todos os pensamentos, homenagens e lembranças são direcionadas para os pais. Uma palavrinha tão curta que expressa à máxima grandiosidade do amor, carinho, respeito, afeto. Há vários “modelos” de pais, mas, em todos eles a preocupação pela felicidade e realização dos filhos é uma constante.
Em tempos de correrias e dificuldades de estar com os filhos, encontrei uma pequena história que expressa à importância de aproveitar cada momento para demonstrar o amor e o carinho dos pais.

Um pai, numa reunião de pais explicou, com seu jeito humilde, que ele não tinha tempo de falar com o filho, nem de vê-lo, durante a semana.
Quando ele saía para trabalhar era muito cedo e o filho ainda estava dormindo. Quando voltava do serviço era muito tarde e o garoto não estava mais acordado. Explicou, ainda, que tinha de trabalhar assim para prover o sustento da família. Mas ele contou, também, que isso o deixava angustiado por não ter tempo para o filho e que tentava se redimir indo beijá-lo todas as noites quando chegava em casa. E, para que o filho soubesse da sua presença, ele dava um nó na ponta do lençol que o cobria. Isso acontecia religiosamente todas as noites quando ia beijá-lo. Quando o filho acordava e via o nó, sabia, através dele, que o pai tinha estado ali e o havia beijado. O nó era o meio de comunicação entre eles.
A diretora ficou emocionada e surpresa quando constatou que o filho desse pai era um dos melhores alunos da escola
.

O fato nos faz refletir sobre as muitas maneiras dos pais se fazerem presentes, de se comunicarem com os filhos. Aquele pai encontrou a sua, que era simples, mas eficiente. Simples gestos como um beijo e um nó na ponta do lençol, valiam, para aquele filho, muito mais que presentes ou desculpas vazias. É válido que nos preocupemos com as pessoas, mas é importante que elas saibam, que elas sintam isso. É por essa razão que um beijo, revestido do mais puro afeto, cura a dor de cabeça, o arranhão no joelho, o medo do escuro.
As pessoas podem não entender o significado de muitas palavras, mas sabem registrar um gesto de amor. Mesmo que esse gesto seja apenas um nó. Um nó cheio de afeto e carinho. Pai, você já deu um nó no lençol do seu filho hoje? Filho, você já expressou todo teu amor e carinho para com teu pai? Pense nisso!

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Regional Sul 3, promove de 07 a 14 de agosto a Semana Nacional da Família. Este ano, traz o tema: “Família, formadora de valores humanos e cristãos”. O material de oração e reflexão já esta nos grupos de famílias e quem ainda não os tiver, basta procurar nas secretarias paroquiais. Acolhendo o desafio da Conferencia de Aparecida, reafirmamos o valor da família como igreja doméstica, que assume a missão de discípula e missionária, na defesa e promoção da vida. “Abençoa Senhor as famílias amém. Abençoa Senhor a minha também”.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Terceiro retiro missionário

Aconteceu neste domingo, 01 de agosto o terceiro retiro missionário em nossa paróquia, na Vila São João. O encontro começou às 9h da manhã e se estendeu até as 16h. Estiveram presentes mais de 130 pessoas, representantes das 07 comunidades da paróquia. A temática do encontro girou em torno da Igreja. Que Igreja temos? Que Igreja queremos ser? No final, muita alegria e disposição de seguir a missão nos grupos de famílias e comunidades. E a proposta do quarto retiro, este diocesano, que acontecerá em 06 de novembro em Tramandaí.